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Novo Testamento para cada dia
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À Virgem Maria,
Mãe de Deus e Mãe nossa,
que soube meditar e pôr em prática
a Palavra de Deus.

Oração ao Espírito Santo
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos Vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor.
℣. Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado.
℟. E renovareis a face da terra.
Oremos. Ó Deus, que instruístes os corações dos Vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, concedei-nos, segundo o mesmo Espírito, conhecer as coisas rectas e gozar sempre das Suas divinas consolações. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
℟. Amen.
◊ ÍNDICE ◊
LIVROS DO NOVO TESTAMENTO
Evangelhos
Epístolas católicas
◊ ◊
Novo Testamento para cada dia
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PASSARÁ A TERRA;
PASSARÁ O CÉU;
MAS AS MINHAS PALAVRAS
NÃO HÁO-DE PASSAR.
JESUS CRISTO é para todos o Caminho, a verdade e a Vida.
Procuremos conhecê-l'O.
No Novo Testamento, Ele mostra-Se tal como é: o Messias, o Cristo, o verbo de Deus feito homem. Já S. Jerónimo dizia que «a ignorância das Escrituras é a ignorância de Cristo».
O objectivo da presente edição é promover o conhecimento de Jesus Cristo por meio de uma leitura diária, programada, do Novo Testamento.
Tendo como base a tradução do P.e Matos Soares, actualizou-se o texto, a sintaxe e o vocabulário, como noutras versões portuguesas mais recentes, e, em certa medida, de acordo com a Neo-Vulgata (texto oficial da Igreja recentemente revisto, ao qual se faz referência apenas nalguns pontos mais significativos).
Sempre que se considerou oportuno, remeteu-se o leitor para o Catecismo da Igreja Católica, «norma segura para o ensino da fé» (Const. Apost. Fidei depositum, n.º 4), e outros textos do Magistério recente.
Para uma leitura diária e programada, dividiu-se o texto em trechos que, sem quebra da unidade temática, pudessem ser lidos isoladamente.
Propositadamente os quatro Evangelhos são exactamente abrangidos por seis meses de trechos.
Com esta edição, desejamos e esperamos facilitar, com poucos minutos por dia, e de um modo ordenado, o melhor conhecimento da Boa Nova, e assim melhor poder amar e servir ao nosso Salvador, Rei e senhor, JESUS CRISTO.
Lisboa, 30.IX.94,
Memória de S. Jerónimo.
«...o Sagrado Concílio exorta com ardor
e insistência todos os fiéis (...)
a que aprendam a “eminente ciência
de Jesus Cristo”»(Fil 3,8).
(Concilio Vaticano II, Dei Verbum, n.º 25)
Deus «quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tim 2,4), que é Cristo. Por isso, dispôs amorosamente que tudo quanto tinha sido revelado para a salvação de todos os povos permanecesse íntegro e fosse transmitido a todas as gerações. Esta Revelação, que é única, é-nos transmitida por duas vias, intimamente unidas e compenetradas entre si: oral (a Tradição Apostólica), e por escrito (a Sagrada Escritura).
A Sagrada Escritura chama-se também Bíblia, palavra derivada do grego (tá biblía) que significa os livros.
Na composição destes livros, Deus, por meio da inspiração, serviu-Se de homens escolhidos, que usavam de todas as suas faculdades e talentos; agindo Deus neles e por eles, embora como verdadeiros autores, puseram, no entanto, por escrito, tudo e só aquilo que Deus queria.
Sendo Deus o autor principal desses livros, deve acreditar-se que eles ensinam com certeza, fielmente e sem erro, a verdade que Deus, para nossa salvação, quis que fosse consignada nas Sagradas Letras.
A Sagrada Escritura, ou Bíblia, divide-se em duas partes: Antigo e Novo Testamento. Testamento é o mesmo que pacto ou aliança, De facto, a Bíblia trata da aliança feita por Deus com os homens. Primeiramente, a Antiga, feita por meio de Moisés e, definitivamente, a Nova, feita por meio de Jesus Cristo.
A Igreja, guiada pela Tradição Apostólica, elaborou uma lista dos livros santos do Antigo e do Novo Testamento; essa lista chama-se Cânon das Escrituras.
No Cânon, o Antigo Testamento consta de 46 livros (dos “géneros” literários, históricos, proféticos, poéticos e outros), que foram escritos, quase todos, em língua hebraica.
O Antigo Testamento dá testemunho do amor salvífico de Deus e prepara o advento de Cristo.
O Novo Testamento consta de 27 livros (quatro Evangelhos, os Actos dos Apóstolos, 21 Epístolas e um Apocalipse). Este conjunto começou a formar-se na primeira metade do século I.
O Novo Testamento transmite-nos a Verdade definitiva da Revelação divina. O seu centro é Jesus Cristo - a Sua vida, paixão e glorificação -, e relata-nos os inícios da Sua Igreja sob a acção do Espírito Santo, e termina com a visão optimista do que será a felicidade, activa e sem fim, da nossa participação da vida Trinitária.
As duas colecções que integram a Bíblia (Antigo e Novo Testamento) foram traduzidas para o latim a partir do segundo século da nossa era. A tradução latina mais difundida, chamada Vulgata (vulgarizada), foi a que fez S. Jerónimo nos fins do século IV, a partir dos originais hebraico e grego. Esta versão tem sido a tradução oficial da Igreja, particularmente a partir do Concílio de Trento (século XVI).
O Papa João Paulo II, em 25-IV-79, mandou publicar a Neo-Vulgata (Nova Vulgata), revisão da Vulgata de S. Jerónimo, na edição Sixto-Clementina. Nesta revisão incorporaram-se as conquistas reais da investigação que, nos últimos séculos, se conseguiram no campo da crítica textual. As modificações feitas à versão de S. Jerónimo em nada alteraram o sentido essencial do texto.
«”O encargo de interpretar autenticamente a Palavra de Deus, escrita ou contida na Tradição, foi confiado só ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade é exercida em nome de Jesus Cristo”
Como atrás se disse, o Novo Testamento consta de 27 livros, quatro dos quais pertencem ao género “evangelhos”.
A palavra latina geralmente usada para designar esses quatro escritos é evangelium, vocábulo derivado do grego. No Novo Testamento significa a Boa Nova da salvação, trazida à terra primeiramente pelo Filho de Deus e, posteriormente, transmitida oralmente ao mundo pelos Apóstolos, que, «por mandato de Cristo, pregaram; depois, por inspiração do Espírito Santo, eles e os varões apostólicos transmitiram-no-las por escrito como fundamento da fé, constituindo os quatro Evangelhos, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João»
«Os Evangelhos são o coração de todas as Escrituras, “enquanto são o principal testemunho da vida e da doutrina do Verbo Encarnado, nosso Salvador”
A Igreja, no Concílio Vaticano II, reafirmou sem vacilar a historicidade e a fidelidade daquilo que os quatro Evangelhos nos comunicam sobre as palavras e acções de Jesus; ao mesmo tempo que nos explica o modo como os autores sagrados nos transmitiram essas palavras e factos: escolheram, sintetizaram e explicaram a destinatários concretos, conservando a forma de pregação, mas sempre de maneira a comunicar-nos coisas autênticas e verdadeiras acerca de Jesus
Por volta do século I ou nos princípios do século II, o termo “evangelho” foi aplicado aos livros que continham esta Boa Nova, e os seus autores foram chamados “evangelistas”.
Embora posteriormente tenham vindo a aparecer muitos evangelhos, desde os primeiros tempos da história da Igreja só quatro foram reconhecidos como inspirados e canónicos. Os outros receberam o nome de “apócrifos”.
A titularidade atribuída aos quatro Evangelhos, embora não desde a origem, vem de data remota. São mencionados na última parte do século II nas Igrejas de Lião, Roma e Alexandria. Assim, pode concluir-se razoavelmente que estes títulos foram dados aos Evangelhos durante a primeira metade do século II. Ao dizer Evangelho segundo S. Mateus, segundo S. Marcos, segundo S. Lucas e segundo S. João, queremos afirmar que são verdadeiramente estes os seus autores humanos e secundários, e não simplesmente que foram escritos de acordo com a sua pregação ou segundo o seu espírito, ou sob a sua autoridade.
A ordem actual: S. Mateus, S. Marcos, S. Lucas e S. João, é de algum modo cronológica e apoiada pela Tradição.
Foram escritos em grego, excepto o de S. Mateus, que teve uma primeira forma em aramaico.
Os três primeiros, embora distintos em muitos aspectos, revelam uma semelhança notável no conteúdo e na forma. Adoptam um plano simples da vida de Jesus, tal como aparece resumidamente na pregação de S. Pedro recolhida nos Actos dos Apóstolos
Daí serem chamados «sinópticos» porque, quando são colocados em colunas paralelas ou de outra forma comparados, nos dão num relance (synopsis) a mesma visão geral da vida de Nosso Senhor.
Com o quarto Evangelho não se passa o mesmo. Escrito no final do século I, segue um plano diferente do usado nos “sinópticos”. Não contém muitos factos relatados naqueles, mas aprofunda e apresenta pormenores que neles não são mencionados.
Pode considerar-se como explicação razoável para estas diferenças, o facto de S. João, ao escrever bastante mais tarde que os outros evangelistas, procurar antes completar e explicar melhor o que já constava dos “sinópticos”.
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